Como usar
- Cole o token no campo (o prefixo Bearer é removido automaticamente).
- Veja o header (algoritmo e tipo) e o payload decodificados como JSON.
- Confira o status: válido, expirado ou ainda não ativo (nbf).
- Consulte as claims de tempo iat, nbf e exp convertidas em data local.
Casos de uso
- Descobrir por que uma API responde 401: token expirado ou audiência errada.
- Conferir scopes, roles e tenant presentes no token emitido pelo provedor de identidade.
- Depurar integrações OAuth 2.0 e OpenID Connect (id_token, access_token).
- Verificar o algoritmo de assinatura anunciado no header.
Conceitos técnicos
Estrutura de um JWT
Um JWT (RFC 7519) tem três partes em Base64URL separadas por pontos: header, payload e assinatura. Header e payload são JSON comum; a assinatura é calculada sobre os dois primeiros segmentos com o algoritmo indicado em alg, como HS256 ou RS256.
Claims registradas
iss identifica o emissor, sub o sujeito, aud a audiência, exp o instante de expiração, nbf o instante a partir do qual é válido e iat o momento de emissão. Datas são NumericDate: segundos desde 1970-01-01 UTC.
Decodificar não é verificar
Qualquer pessoa pode ler um JWT, pois ele não é criptografado. A segurança vem da assinatura, que só o servidor com a chave consegue validar. Por isso esta ferramenta nunca pede segredo ou chave privada, e você nunca deve confiar em um payload sem verificar a assinatura no backend.
Perguntas frequentes
É seguro colar meu token aqui?
A decodificação é feita localmente com JavaScript e nada é transmitido. Ainda assim, trate tokens de produção como credenciais e evite compartilhá-los.
Por que a assinatura não é validada?
Validar exige a chave secreta (HMAC) ou a chave pública (RSA/ECDSA). Esta ferramenta foca em inspeção sem manipular chaves.
Qual a diferença entre JWT e JWE?
JWT assinado (JWS) tem payload legível. JWE criptografa o conteúdo e tem cinco segmentos; não pode ser lido sem a chave de descriptografia.